terça-feira, 30 de julho de 2013

A única coisa tão inevitável quanto a morte é a vida





"A única coisa tão inevitável quanto a morte é a vida."

Charles Chaplin
 
 
 
 
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sábado, 27 de julho de 2013

Dominguinhos & Yamandu Costa - Escadaria



Sem dúvida, uma grande perda para a 
música popular brasileira!


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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Quando dói, grito ai...





"Quando dói, grito ai,
quando é bom, fico bruta.
As sensibilidades sem governo.
Mas tenho meus prantos,
claridades atrás do estômago humilde
e fortíssima voz pra cânticos de festa."
Adélia Prado

sábado, 20 de julho de 2013

Liberdade - Marcelo Camelo e Paulinho Moska



"Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom..."

Um ótimo fim de semana a todos e Feliz Dia do Amigo!



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quinta-feira, 18 de julho de 2013

John Keats: da poesia

 “A poesia deve-nos surpreender pelo seu delicado excesso e não porque é diferente. Os versos devem tocar nosso irmão como se fossem suas próprias palavras, como se ele estivesse lembrando algo que, na noite dos tempos, já conhecia em seu coração.
A beleza de um poema não está na capacidade que ele tem de deixar o leitor contente.
A poesia é sempre uma surpresa, capaz de nos tirar a respiração por alguns momentos.
Ela deve permanecer em nossas vidas como o pôr-do-sol: algo milagroso e natural ao mesmo tempo."
  
 
(J. Keats, 1795-1821)



terça-feira, 16 de julho de 2013

O senhor mire, veja







“O senhor mire, veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam, verdade maior.”

João Guimarães Rosa




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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Eu era mudo e só

A perplexidade do moço diante de certas considerações tão ingênuas, a mesma perplexidade que um dia senti. Depois, com o passar do tempo, a metamorfose na maquinazinha social azeitada pelo hábito de rir sem vontade, de falar sem vontade, de chorar sem vontade, de falar sem vontade, de fazer amor sem vontade... O homem adaptável, ideal. Quanto mais for se apoltronando, mais há de convir aos outros, tão cômodo, tão portátil. Comunicação total, mimetismo: entra numa sala azul, fica azul, numa vermelha vermelho. Um dia se olha no espelho, de que cor eu sou? Tarde demais para sair pela porta afora.
Trecho de  "Eu era mudo e só" (Conto da obra Antes do Baile Verde), de Lygia Fagundes Telles

terça-feira, 9 de julho de 2013

O Poeta



Venho do fundo das Eras
Quando o mundo mal nascia...
Sou tão antigo e tão novo
Como a luz de cada dia!

Mário Quintana






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quinta-feira, 4 de julho de 2013

A conquista da liberdade...







“A conquista da liberdade é algo que faz tanta poeira, que por medo da bagunça, preferimos, normalmente, optar pela arrumação."
 
Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 2 de julho de 2013

A Forma Justa


Sei que seria possível construir o mundo justo
As cidades poderiam ser claras e lavadas
Pelo canto dos espaços e das fontes
O céu o mar e a terra estão prontos
A saciar a nossa fome do terrestre
A terra onde estamos — se ninguém atraiçoasse — proporia
Cada dia a cada um a liberdade e o reino
— Na concha na flor no homem e no fruto
Se nada adoecer a própria forma é justa
E no todo se integra como palavra em verso
Sei que seria possível construir a forma justa
De uma cidade humana que fosse
Fiel à perfeição do universo

Por isso recomeço sem cessar a partir da página em branco
E este é meu ofício de poeta para a reconstrução do mundo.

Sophia de Mello Breyner Andresen, 
in "O Nome das Coisas"