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sábado, 26 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Tem coisas da gente que não são defeito nem erro...
"Tem coisas da gente que não são defeito nem erro:
são só jeito da gente
ser."
Caio Fernando Abreu
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Caio Fernando Abreu
sábado, 19 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Algumas tiradas de Woody Allen...
" O homem explora o homem e por vezes é o contrário."
(Woody Allen)
Seus ditos, em entrevistas e
diálogos escritos para o cinema, são antológicos. Como pode ser constatado da
leitura da coletânea abaixo.
– Descrevendo-se como intelectual
e artista: “As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que
sou intelectual – porque uso óculos – e que sou artista – porque meus filmes
sempre perdem dinheiro.”
– A respeito da morte: “A morte é
como o som de um trovão distante num dia de piquenique.”
– Sobre a natureza humana: “O
homem explora o homem e por vezes é o contrário.”
– Sobre a longevidade: “Você pode
viver até os cem anos se abandonar todas as coisas que fazem com que você
queira viver até os cem anos.”
– Riso de Deus: “Quer fazer Deus
rir? Então, conte a Ele seus planos.”
– A única resposta: “Talvez os
poetas estejam certos. Talvez o amor seja a única resposta.”
– Imortalidade: “Não quero
atingir a imortalidade com meu trabalho, mas sim não morrendo.”
– Medo de morrer: “Não é que eu
tenha medo de morrer. É que eu não quero estar lá na hora em que isso
acontecer.”
– Erro médico: “Quando um médico
erra o melhor é colocar terra por cima.”
– Música japonesa: “A música japonesa
é uma tortura chinesa.”
– Casamento: “Alguns casamentos
acabam bem. Outros duram a vida inteira.”
– Encruzilhada da vida: “Mais do
que em qualquer época, a humanidade está numa encruzilhada. Um caminho leva ao
desespero absoluto. O outro, à total extinção. Vamos rezar para que tenhamos a
sabedoria de saber escolher.”
Por Cesar Vanucci
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Frases e Pensamentos
terça-feira, 15 de maio de 2012
Suavidade
Poisa a tua cabeça dolorida
Tão cheia de quimeras, de ideal
Sobre o regaço brando e maternal
Da tua doce Irmã compadecida.
Hás-de contar-me nessa voz tão q'rida
Tua dor infantil e irreal,
E eu, pra te consolar, direi o mal
Que à minha alma profunda fez a Vida.
E hás-de adormecer nos meus joelhos...
E os meus dedos enrugados, velhos,
Hão de fazer-se leves e suaves...
Hão-de poisar-se num fervor de crente,
Rosas brancas tombando docemente,
Sobre o teu rosto, como penas d'aves...
Florbela Espanca
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Florbela Espanca
sábado, 12 de maio de 2012
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